— Tá sentindo como você me deixa molhada? — ela provocava, com o quadril rebolando em círculos lentos, só para torturar. Diana sorriu com malícia e desceu a boca no pescoço dele, mordendo, lambendo, deixando marcas que fariam questão de existir no dia seguinte. A cada estocada, ela gemia mais alto, o som ecoando pelo quarto como música proibida.
De repente, virou o jogo. Segurou-a pela cintura, deitou-a de costas na cama e abriu suas pernas com brutalidade juvenil. Enterrou o rosto no meio delas e começou a chupar. A língua explorava cada dobra, lambendo devagar e depois acelerando, sugando o grelo com fúria.
— Isso, novinho… mama a buceta da tua gostosa… — ela arfava, puxando os cabelos dele, sentindo o corpo tremer.
Ele chupava como quem queria provar que era homem de verdade, engolindo o mel que escorria sem parar. E quando enfiou dois dedos juntos dentro dela, fodendo com a mão enquanto chupava, Diana gritou, arqueando o corpo, gozando forte contra a boca dele.
Mas não parou. Subiu sobre ela, o pau duro escorrendo de tesão, e a penetrou de uma vez, fundo, rápido, fazendo a cama ranger. Ele metia como um faminto, segurando seus tornozelos no ar, enfiando até bater no fundo, arrancando gemidos quase chorados dela.
— Me fode,… me arrebenta… — ela implorava, olhos vidrados.
O corpo dela pedia mais, e ele atendeu. Virou-a de quatro, abriu sua bunda redonda com as mãos e enfiou novamente, agora estocando sem piedade. O som das estocadas se misturava ao gemido dela, e ele enlouquecia cada vez mais.
Até que ela olhou por cima do ombro, mordendo o lábio com malícia:
— Tá com coragem, novinho? Mete no meu cu… quero sentir teu pau lá também.
O pedido incendiou o garoto. Ele cuspiu na mão, espalhou na entrada apertada e começou a forçar devagar, enquanto com a outra mão acariciava o grelo dela. Diana gemeu alto, se arqueando ao sentir a cabeça entrando, abrindo aos poucos até engolir cada centímetro.
— Ahhh… porra, que tesão… —ele urrava, enfiando mais fundo, a sensação do cu dela o enlouquecendo.
— Vai, amor… mete com força… arrebenta esse cuzinho pra mim… — ela gritava, já sem pudor.
Ele socava fundo, a bunda dela batendo contra o quadril dele, e a cada estocada mais forte ela gemia com prazer selvagem, até gozar de novo, tremendo inteira, com o cu se contraindo ao redor do pau dele.
Sentindo o corpo dela latejar e sugar, Gustavo não aguentou mais. Arrancou, puxou o pau todo lambuzado e gozou forte nas costas dela, respingos quentes escorrendo até a bunda. Ainda ofegante, caiu ao lado dela, rindo como um garoto saciado.
Diana virou-se devagar, passou os dedos pelo gozo espalhado e lambuzou os próprios lábios, olhando nos olhos dele.
— Delícia… você é meu brinquedo preferido agora.
Exausto e encantado, só conseguiu responder com um beijo úmido, ainda murmurando entre gemidos:
— Te amo, Diana… te amo pra caralho.